Sabe, quando estamos na escola, temos todas as ferramentas para termos um bom desempenho... Livros, professores, amigos que nos ajudam, nosso cérebro e, em muitos casos, a força de vontade...
Somando tudo isso, praticamente temos a fórmula do sucesso para boas notas, passar de ano e tudo mais...
Aí os anos passam e, com eles, chegamos à vida adulta!
Já não temos todo aquele preparatório mas, no final, conseguimos nos virar.
Aí vem a maternidade/paternidade.
Tudo aquilo que lemos, o que nossas mães/avós/tias/amigas e todos eles do gênero masculino nos ensinam valem apenas para nos mostrar que não existe fórmula mágica quando se trata de ser mãe/pai.
Nada, absolutamente nada e nem ninguém consegue nos preparar para a vida que nos espera após nos tornarmos pais.
Somando tudo isso, praticamente temos a fórmula do sucesso para boas notas, passar de ano e tudo mais...
Aí os anos passam e, com eles, chegamos à vida adulta!
Já não temos todo aquele preparatório mas, no final, conseguimos nos virar.
Aí vem a maternidade/paternidade.
Tudo aquilo que lemos, o que nossas mães/avós/tias/amigas e todos eles do gênero masculino nos ensinam valem apenas para nos mostrar que não existe fórmula mágica quando se trata de ser mãe/pai.
Nada, absolutamente nada e nem ninguém consegue nos preparar para a vida que nos espera após nos tornarmos pais.
Uma coisa você pode ter certeza: será o maior desafio da sua vida e vai lhe proporcionar o maior amor do mundo!
Mas nem por isso, vou aliviar dizendo que será fácil, porque na real, não será.
Acho que o primeiro desafio é o parto. Nem sempre parimos do modo que sonhamos e isso pode assustar e frustrar bastante...
Depois tem o baby blues, que falei no post anterior, no qual travamos uma batalha árdua contra nossos hormônios e isso, para algumas mulheres e principalmente para seus companheiros é algo muito, mas muito difícil mesmo de lidar.
Temos a amamentação (falarei no próximo post mais um pouco sobre esse assunto) que pode ser tão prazeroso como doloroso, quando a criança tem dificuldade com a pega correta, por exemplo.
Após o período de adaptação inicial, temos o período com a nossa adaptação à vida de mães e pais. Não simplesmente por ser responsável pela coisinha mais linda de nossas vidas, mas porque, em muitos casos, percebemos quão egoístas éramos ou ainda somos, quando temos que abrir mão de muitas coisas que parecem banais, mas que fazem muita falta no dia a dia.
Depois que nos adaptamos, ainda temos os picos de crescimento e crises de desenvolvimento da criança, introdução alimentar e a fase das birras (falaremos logo logo sobre esses temas mais profundamente).
Mas vamos dar atenção às coisas que mudam quando somos pais:
Aprendemos a dar valor aos momentos mais inusitados de solidão, tipo ir ao banheiro rsrsrsrs
Tomar banho é uma tarefa feita à jato! Banho de gato é fichinha perto do banho de mãe! Ainda mais mãe que amamenta em livre demanda!
Manicure? Pedicure? Cabeleireiro? Depilação??? LUXOOOOOOOOOO - eu demorei cerca de quatro meses para conseguir ir, e mesmo assim foi sob ameaça de entrar em surto psicótico (falsa ameaça, confesso), mas eu ia voltar a trabalhar gente! O que eu poderia fazer? Tinha que ficar ao menos apresentável né?
Sabe ir ao supermercado sozinha? Nunca foi tão legal!!! Eu via as prateleiras com tanto interesse quanto olho o mar, e eu realmente amo olhar pro mar rsrsrs Mas tinha tanto tempo que eu não ficava sozinha que vou confessar que quase entrei em êxtase!
A verdade é que nós abrimos mão de muitas coisas para realizarmos o sonho de ser pais. Alguns mais, outros menos, mas sempre será uma entrega, afinal de contas, aquela criança depende apenas de nós.
Depois que eu me tornei mãe, nunca mais usei a famosa frase "ai se fosse meu filho..." Uma teoria que eu e meu marido temos é que se está muito cômodo para nós, é porque não é a melhor escolha.
Mas isso seria uma visão pessimista????
Não vejo assim.
A maternidade, apesar de abrirmos mão de coisas importantes, é um amadurecimento sem precedentes.
Quando decidi por não dar chupetas para a meus filhos, independente de quantos eu tiver, eu abri mão de alguns "privilégios" afinal de contas, a chupeta em muitas vezes faz o papel de "cala a boca" no neném e isso, pra mim é algo inimaginável. Minha primeira filha, alguns dias, ficava pendurada em mim o dia todo, principalmente nos períodos de crises de desenvolvimento e isso é realmente cansativo. Mas sinceramente, nada mais delicioso do que saber que naquele momento, você está fazendo toda a diferença na vida do seu bebê. Não vou entrarem méritos sobre o uso ou não de chupetas, isso será tema futuro mas, ter paciência é algo indispensável ao nos tornarmos pais.
Não, você não precisa ser o Dalai Lama, você pode sim perder a cabeça, chorar, se trancar no banheiro pra descansar a mente num banho mais longo (quando há alguém em casa pra olhar a cria né???) Mas uma coisa se aprende... ter paciência. Principalmente se você quer uma criação com apego, sem violência (espero que todas queiram né?).
Mas haverá momentos que a criança vai fazer birra, vai se jogar no chão vai te bater (mesmo você nunca tendo levantado a mão pra ela e não fazer ideia de onde ela aprendeu isso) acredite, faz parte do crescimento e desenvolvimento. E isso pode ocorrer no shopping, na praia, na sua sala, na hora do banho... enfim, em qualquer lugar...
E não há o que fazer... afinal uma criança de menos de dois anos, por exemplo, não tem discernimento do certo e do errado. Tudo o que faz é para saber a reação. Acha graça quando dizemos não. É fato! A minha filha abre o sorrisão e dá gargalhadas quando nós dizemos em coro "NÃO, SÚRYA!"
Você vai sim ficar cansada, vai chorar por não ter tempo de fazer várias coisas, vai sentir um alívio quando alguém se oferecer para ficar um pouco com as crias e isso não significa que você é, como dizem, "menas main".
Alguns dias você vai querer ligar a TV no Patati e Patatá pra criança ficar quieta por alguns instantes, nem que seja cinco minutos.
O mais bacana da maternidade é que você é responsável por criar aquela pessoa que você sempre idealizou. Seja ela como for. Então seguir o que você sente, mais do que o que aquela vizinha ou sua mãe acha, é fundamental para que você não se sinta uma péssima mãe (ok, confesso que de vez em quando isso passa pela cabeça...)
Então, se você aceitou o desafio de ser responsável por um ser, acredite: você não é super herói para dar conta de tudo, o tempo todo!
Pedir ajuda não é vergonha, surtar não é errado e muito menos querer ficar sozinha.
Será sim, uma conquista sem preço a cada dia, mas lembre-se, somos mulheres que trabalham, que correm atrás e que, além de tudo o que fazemos, somos mães. Mas acima de tudo, somos humanas!
Não se cobre tanto, e não ache que tudo será perfeito.
Fique tranquila e seja feliz!!!!
Aprendemos a dar valor aos momentos mais inusitados de solidão, tipo ir ao banheiro rsrsrsrs
Tomar banho é uma tarefa feita à jato! Banho de gato é fichinha perto do banho de mãe! Ainda mais mãe que amamenta em livre demanda!
Manicure? Pedicure? Cabeleireiro? Depilação??? LUXOOOOOOOOOO - eu demorei cerca de quatro meses para conseguir ir, e mesmo assim foi sob ameaça de entrar em surto psicótico (falsa ameaça, confesso), mas eu ia voltar a trabalhar gente! O que eu poderia fazer? Tinha que ficar ao menos apresentável né?
Sabe ir ao supermercado sozinha? Nunca foi tão legal!!! Eu via as prateleiras com tanto interesse quanto olho o mar, e eu realmente amo olhar pro mar rsrsrs Mas tinha tanto tempo que eu não ficava sozinha que vou confessar que quase entrei em êxtase!
A verdade é que nós abrimos mão de muitas coisas para realizarmos o sonho de ser pais. Alguns mais, outros menos, mas sempre será uma entrega, afinal de contas, aquela criança depende apenas de nós.
Depois que eu me tornei mãe, nunca mais usei a famosa frase "ai se fosse meu filho..." Uma teoria que eu e meu marido temos é que se está muito cômodo para nós, é porque não é a melhor escolha.
Mas isso seria uma visão pessimista????
Não vejo assim.
A maternidade, apesar de abrirmos mão de coisas importantes, é um amadurecimento sem precedentes.
Quando decidi por não dar chupetas para a meus filhos, independente de quantos eu tiver, eu abri mão de alguns "privilégios" afinal de contas, a chupeta em muitas vezes faz o papel de "cala a boca" no neném e isso, pra mim é algo inimaginável. Minha primeira filha, alguns dias, ficava pendurada em mim o dia todo, principalmente nos períodos de crises de desenvolvimento e isso é realmente cansativo. Mas sinceramente, nada mais delicioso do que saber que naquele momento, você está fazendo toda a diferença na vida do seu bebê. Não vou entrarem méritos sobre o uso ou não de chupetas, isso será tema futuro mas, ter paciência é algo indispensável ao nos tornarmos pais.
Não, você não precisa ser o Dalai Lama, você pode sim perder a cabeça, chorar, se trancar no banheiro pra descansar a mente num banho mais longo (quando há alguém em casa pra olhar a cria né???) Mas uma coisa se aprende... ter paciência. Principalmente se você quer uma criação com apego, sem violência (espero que todas queiram né?).
Mas haverá momentos que a criança vai fazer birra, vai se jogar no chão vai te bater (mesmo você nunca tendo levantado a mão pra ela e não fazer ideia de onde ela aprendeu isso) acredite, faz parte do crescimento e desenvolvimento. E isso pode ocorrer no shopping, na praia, na sua sala, na hora do banho... enfim, em qualquer lugar...
E não há o que fazer... afinal uma criança de menos de dois anos, por exemplo, não tem discernimento do certo e do errado. Tudo o que faz é para saber a reação. Acha graça quando dizemos não. É fato! A minha filha abre o sorrisão e dá gargalhadas quando nós dizemos em coro "NÃO, SÚRYA!"
Você vai sim ficar cansada, vai chorar por não ter tempo de fazer várias coisas, vai sentir um alívio quando alguém se oferecer para ficar um pouco com as crias e isso não significa que você é, como dizem, "menas main".
Alguns dias você vai querer ligar a TV no Patati e Patatá pra criança ficar quieta por alguns instantes, nem que seja cinco minutos.
O mais bacana da maternidade é que você é responsável por criar aquela pessoa que você sempre idealizou. Seja ela como for. Então seguir o que você sente, mais do que o que aquela vizinha ou sua mãe acha, é fundamental para que você não se sinta uma péssima mãe (ok, confesso que de vez em quando isso passa pela cabeça...)
Então, se você aceitou o desafio de ser responsável por um ser, acredite: você não é super herói para dar conta de tudo, o tempo todo!
Pedir ajuda não é vergonha, surtar não é errado e muito menos querer ficar sozinha.
Será sim, uma conquista sem preço a cada dia, mas lembre-se, somos mulheres que trabalham, que correm atrás e que, além de tudo o que fazemos, somos mães. Mas acima de tudo, somos humanas!
Não se cobre tanto, e não ache que tudo será perfeito.
Fique tranquila e seja feliz!!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Assim que seu comentário passar pela moderação, será publicado!
Obrigada pela participação!
Dona Gestante